Na ultima semana, o noticiário destacou anúncios de ampliação do credito imobiliário, tanto no segmento econômico como no alto padrão. A proposta para a minha casa minha vida prevê o aumento do teto de renda em todas as faixas. Faixa 1, por exemplo, subiria de R$ 2.850 para 3.200, enquanto na modalidade voltara à classe média, o teto passaria de R$12 mil para R$ 13 mil. O valor dos imóveis financiáveis também deve ser elevado: na faixa 3, o limite subiria de R$350 mil para R$ 400 mil, e na faixa da classe média, o teto chegaria a R$ 600 mil, antes os R$ 500 mil atuais. A mudança ainda depende de aprovação do conselho curador do FGTS. (CNN).
A Caixa também reabriu as contratações pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) para imóveis com valor superior a R$ 2,25 milhões. A retomada foi viabilizada por mudanças promovidas pelo Banco Central em 2025 nas regras do depósito compulsório, que ampliaram a disponibilidade de recursos do SBPE. (Globo)
Financiamentos imobiliários com recursos da poupança somaram R$ 12,1 bilhões em janeiro de 2026, uma queda de 8,2% em relação a janeiro de 2025 e de 28,4% frente a dezembro. Apesar do recuo, o volume representa o quarto melhor resultado para um mês de janeiro na série histórica. No acumulado de 12 meses, os financiamentos atingiram R$ 155,2 bilhões, uma retração de 15,7% em relação ao período anterior. O número de unidades financiadas também caiu, com 35,7 mil imóveis em janeiro, queda de 5,5% na comparação anual. Como reflexo da menor disponibilidade de fundos da poupança, as operações com recursos livres ganharam força, somando R$ 2,26 bilhões no mês, uma alta de 3,5% em relação a janeiro de 2025. (Valor Econômico)
Apesar das boas novas, o presidente do Instituto das Cidades e fundador da Holding Sindona, Bruno Sindona, levanta um alerta: o problema não é mais vender, e sim produzir. Segundo ele, o modelo de financiamento atual é focado no projeto específico, na unidade, e não na capitalização da indústria da construção para que ela possa se modernizar e ganhar escala. Esse gargalo produtivo é agravado por um cenário de juros – ainda – elevados. Com a taxa Selic em 15% ao ano e juros reais acima de 9%, o custo do tempo tornou-se um fator econômico determinante. (Estadão Imóveis)
Fonte: https://imobireport.com.br
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